terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Aquário público: Pq de sua existência e manutenção?

Como vcs podem notar o texto faz menção ao aquário público de Aparecida (SP), localizado dentro do santuário de N. S. de Aparecida (Área anexa). O valor pago é 3 reais/adulto e 2 reais/criança, sendo que até os 7 anos é entrada franca.


Igualzinho um cinema...rs


O que levanto aqui é a validade (ou não) de uma atração cujo valor investido na fase de projeto e implementação é altíssimo, assim como a manutenção e não é cobrando r$ 3,00 (que sejam r$ 30,00 não importa) que existirá retorno de tudo que foi posto até a data da inauguração.


O simples apelo de atração visual não justifica tal empreendimento se forem a ele atreladas outros atrativos ou utilidades. Tudo bem que durante minha visita o local estava bem cheio e movimentado, mas e os dias em que o público pagante escasseia?


Vejo como primordiais atividades extra-visitação tais como estágios supervisionados, desenvolvimento de tecnologias, pesquisas e estudos acadêmicos, etc.


Notem o amplo salão de um setor. Merece este aquário público um comentário: foi muito bem elaborado no projeto com locais bem estudados para compor o cenário geral, mas chamou-me atenção qto ao aspecto específico dos aquários e dos peixes: preocupou-me demais a absoluta falta de decoração (layout) e um misto de desleixo + desconhecimento com a maioria dos peixes. Explico: notei ferimentos, intoxicações (peixe-leão), mutilações, peixes obesos, incompatibilidades biológicas, aquários mal-montados (excesso de enfeites de plásticos!!!!), etc. Ao conhecedor mais experiente fica óbivio que os cuidados não estão sendo conduzidos por alguém do ramo e sim por um gestor alienígena. Uma pena mesmo....


O tanque do tubarão é de longe o que mais atrai visitantes e por isso mesmo o mais cuidado, mesmo assim é como botar um kinguio numa jarra de suco.


Que aperto meu amigo!!!!


Outra atração legal é o aquário multi-face bem parecido com o que existia no barra shopping onde convivem mega-jumbos como tambaqui, surubim e um imenso cardume de lambaris.


Setor oposto ao da entrada.


Como mencionei anteriormente um aquário público é um bom local para a prática da educação ambiental já que a interação é forte e abre horizontes para muitas discussões.


O que faz uma área de recreação infantil dentro do aquário público? Resposta abaixo...


Preciso explicar?



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domingo, 22 de fevereiro de 2009

A loja é o de menos! O que importa é quem está lá...

Aqualoucos é uma Loja bem recente localizada na rua Pereira Nunes, 207. Telefones: 3286-0293 e 9899-3078. Fica próximo ao Shopping Tijuca. Quem atende é o nosso amigo Anderson.


A loja não faz concessão ao luxo (ainda bem...rs) e em troca oferece a presença quase constante de muitos aquariofilistas sempre dispostos a uma conversa sobre várias temáticas de nosso hobby. Boa oferta de plantas, equipamentos, substratos bem variados (incluso areia de piscina), sistemas de gás carbônico, etc.


O interessante (se vc for lá) é uma mini-biblioteca bem debaixo do nosso nariz para quem quiser uma consulta, além da conexão banda larga constantemente logada em vários sites. Muito bacana....rs.


Aqui a bateria dos aquários e sem aquele sistema quase onipresente de filtragem corrente. Um aquário separado do outro. Como nos velhos tempos. Uma simples questão de sanidade.

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Reunião de Tamandaré(Pernambuco) - O documento redigido

Na íntegra o documento resultante das discussões sobre ordenamento da atividade hobbista e do mercado aquariofilista no Brasil.

Vejam com atenção quem foram os representantes de nossos interesses>>>

http://www.4shared.com/file/65934547/d6a38a56/_2__rel_peixes_ornamentais_tamandare_out_2007.html

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Nossos inocentes peixes

Autora: Leyla Sá (orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=18174956866127312439 )

Expondo-me de antemão, solicito que não façam conclusões errôneas acerca do que aqui venho, hora, explanar.  Percebo a intenção que todos aqui possuem de fazer explanações, indagações e questionamentos sobre a causa primeira de participação de todos nesta comunidade, ou seja, os nossos adoráveis peixes.

Em meios às tentativas de se fazer sublime um desejo de posse, nós procuramos alternativas que contêm a vida, a dependência, a relação quase recíproca de oferecer a sobrevivência que deveria ser fatídica, embora muitas vezes não seja duradoura, aos nossos olhos ofuscados por tanta beleza e graça proporcionadas por nossos queridos peixes. É desse ponto que parte a reciprocidade, nós oferecemos condições e os nossos peixes retribuem com as suas brincadeiras e nado fascinante que nos envolvem naqueles longos minutos de apreciação. 

O valor de um peixe não deveria ser atribuído apenas por seu preço que geralmente é proporcional à sua beleza ou raridade, mas de posse do ser, pelo valor simbólico que ele carrega quando passo a passo transformam a nossa vida. Pena que geralmente o simbólico vem agregado, ou condiz com o esforço de ser o valor real, ou seja, reais. O que entra em jogo é que tanto neons, que são considerados peixes baratos, como os marinhos, que são considerados caros, discrepam na atenção e preocupação de aquaristas pouco experientes e pouco amantes, que esquecem que o direito a vida sempre deverá estar acima de qualquer outro direito.

Amantes do aquarismo novos no ramo acreditam nos vendedores e depositam valores posteriormente frustrados com a aquisição do peixe. É um pequeno e fútil castelo de arreia que se desmorona quando percebem que o sucesso não se relaciona tão somente ao amor, mas com o controle de parâmetros que exige muito esforço, em especial, baseado na leitura. Eu não culpo a ignorância de vendedores e hobbistas pouco experientes, mas a coleta de informações precisas é primordial para o sucesso, embora não garantido, na criação de animais de estimação. 
De quem é a culpa? De quem mantém a ignorância expressada na venda ou de quem ora não se responsabiliza pela aquisição? A grosso modo, peixes são como carros, eles vem com manual de instrução, embora não tão acessível como o manual do veículo encontrado no porta luvas do carro e que não te deixa a pé. Agora lascou! Assim não dá, assim não dá ... Vamos continuar de forma reacionária o processo de conhecimento da causa primeira de participação de todos na comunidade, ou seja, nossos adoráveis peixes.

domingo, 21 de setembro de 2008

Amigos do acará-disco - o encontro

No dia 18 de setembro de 2008 foi dia de encontro e confraternização na loja smart fish(Rio de Janeiro). Com o tema central voltado para o acará-disco foram abordados vários assuntos afins.


Embora vários palestrantes tenham nos dado a honra de compartilhar seus conhecimentos nenhum deles conseguiu ser tão interessante qto a do Marcos Leandro, que foi uma grata surpresa pela abordagem administrativa e empresarial que envolve uma aquicultura tecnificada e de alta produtividade.


Saindo da lógica amadora de manutenção baseada em pouca mão-de-obra sua aquicultura absorve 50 funcionários e várias estufas hi-tech, uso de engradados de plástico, aquecimento artificial para todo ambiente, licenciamento ambiental, autorizações oficiais de órgão competente, e alimentação 100% artificial(nutron).


Em suas viagens ao redor do mundo este em vários países como República Theca, Singapura, China, Malásia, dentre outros, visitando e conhecendo técnicas e métodos de produção em escala.


Usando termos como "felling", "parcerias", "valor agregado", "exportabilidade", passou-nos a experiência de quem começou pequeno mas pensou grande.
Usando métodologia profissional obteve resultados profissionais. O contrário do mercado produtor carioca que usa métodos amadores e têm resultados amadores.....


Um aluno presta atenção ....


Uma mini-panorâmica do público presente




Reencontro de amigos!!!